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Fórmula 1

Zak Brown critica “pessoas desinformadas” por trás de alegações de favorecimento na McLaren

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Foto: McLaren Mastercard Formula 1 Team / Pauline Ballet / Getty Images

A imprensa italiana pressionou o CEO após alegações de favorecer Lando Norris em 2025 em relação a Oscar Piastri, que também brigava pelo título 

Em entrevista coletiva para a imprensa australiana nesta quinta-feira (05), o CEO Zak Brown criticou as pessoas que acusam a McLaren de favorecimentos. No ano passado, a equipe foi acusada de usar as “papaya rules” para beneficiar Lando Norris enquanto Oscar Piastri também brigava pelo título mundial. 

O título de Lando Norris em 2025 foi, de certa forma, manchado pelas polêmicas “papaya rules”. Ao longo do ano, Zak Brown, CEO da McLaren, e Andrea Stella, o chefe da equipe, deram algumas ordens de equipe que priorizavam a corrida e estratégia de Norris, como a troca de posições e a ordem dos pit stops. As acusações ganharam força quando, mesmo liderando o campeonato, Piastri recebeu a ordem de trocar posições em Monza, após um erro no pit stop do companheiro. Em Singapura, Norris deu uma leve batida em Oscar, que prejudicou o restante da corrida do australiano e a equipe minimizou a situação. 

Em coletiva na Austrália, casa de Oscar Piastri, a imprensa fez questão de trazer esse assunto novamente. Conforme reportado pelo Motorsport Week, Zak Brown confirmou que cometeram erros ao longo da temporada, mas que as acusações chegam a ser “teorias da conspiração”. De acordo com o estadunidense, “as teorias e acusações são completamente fora da realidade”, como publicado pelo Autosport. 

Brown afirmou que os dois pilotos venceram sete corridas cada um, chegando a Abu Dhabi com chances de título, justamente porque a equipe os liberou para lutar em pista. “Estávamos preparados para a consequência de alguém não vencer porque eles estavam tirando pontos um do outro. Como uma equipe de corrida, você deixa os dois pilotos correrem de forma bastante equilibrada”, argumentou.

“Não se pode controlar a opinião das pessoas nesse esporte. Mas às vezes é chocante o quão desinformadas essas pessoas estão em suas alegações sobre o que acham que estamos fazendo”, concluiu o CEO.

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