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Una passione: la Ferrari

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Ferrari
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Tifosi, assim são conhecidos os fanáticos torcedores da Ferrari, a equipe da F1 com o maior número de torcedores espalhadas pelo mundo e  no Brasil  uma história chama a atenção.

Quando criança aprendemos com os adultos grande parte das nossas paixões que teremos na vida,seja ela pela leitura, esportes, viagens, até mesmo pela comida. O que poucos sabem é que com o passar do tempo algumas paixões podem alterar ou até mesmo chegar a um patamar elevado, como o amor pela scuderia Ferrari.

Em 1995 em uma família no interior de São Paulo uma menina nasceu, o que ninguém imaginava é que uma tradição faria ela se apaixonar pela F1 e em especial pela Ferrari. Como uma boa família italiana, o domingo era reservado para o almoço na casa da avó, mas a tradição se iniciava com todos assistindo a corrida de F1 na TV.  As crianças sempre no chão desenhando ou com algum carrinho na mão e os adultos comentando e torcendo para os brasileiros da prova.

Com o tempo essa tradição começou a aflorar de uma maneira diferente naquela menina, pois despertou nela uma paixão pelo automobilismo em geral, a ponto dela saber tudo sobre as categorias de base, entre outras. Só que a família sempre falou muito sobre a Ferrari e suas jogadas e isso não passou despercebido por ela, tanto que aos 10 anos ela já demonstrava todo o seu amor pela scuderia, sabendo sua história de trás para frente.

Esse amor pela equipe italiana fez ela trilhar caminhos que somente as crianças que querem ser pilotos faria, mas o foco dela não era pilotar e sim contar a história da Ferrari. Uma rede social bastou para isso e então aos 12 anos ela começou a demonstrar todo esse amor, carinho e estreasse pela equipe.

O tempo passou, o amor foi crescendo, então ela decidiu escrever textos sobre F1, claro que deixando de lado o favorecimento a Ferrari, mas a paixão dela só ia aumentando. Na onde ela ia, sabiam do seu amor pela Ferrari, e todos aprenderam que deixar ela feliz era simples bastar falar sobre a Ferrari.

Se morasse na Itália, viveria dentro do Museu em Maranello, teria até se mudado para a cidade se vivesse longe, mas como a realidade é bem diferente, ela demonstra seu amor aqui no Brasil mesmo, escrevendo seus textos e tentando chegar a Maranello para assim realizar o seu sonho de menina que via as corridas aos domingos deitada no chão.

 

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