Fórmula 1
Equipes avaliam classificação marcada pela chuva em Interlagos e projetam corrida imprevisível
A classificação para o Grande Prêmio de São Paulo de 2026 foi marcada não apenas pela chuva e pelas mudanças nas condições da pista, mas também por diferentes avaliações das equipes sobre o desempenho apresentado ao longo da sessão. Enquanto a McLaren comemorou a terceira pole consecutiva de Lando Norris e destacou a evolução do pacote de atualizações, a Mercedes reconheceu um erro estratégico que comprometeu as chances de George Russell na disputa pela primeira posição. Ferrari e Red Bull, por sua vez, projetam uma corrida de recuperação diante das punições no grid, enquanto equipes como Audi, Racing Bulls e Aston Martin celebraram resultados expressivos em condições adversas. Para os dirigentes, a instabilidade climática e as mudanças na ordem de largada devem tornar a disputa de domingo imprevisível.
Norris garante terceira pole consecutiva em Interlagos, enquanto Piastri cai no Q2
A McLaren teve resultados distintos na classificação para o Grande Prêmio de São Paulo de 2026. Enquanto Lando Norris aproveitou as condições adversas da pista para conquistar a pole position, Oscar Piastri enfrentou dificuldades ao longo da sessão e terminou apenas na 12ª colocação.
Em uma sessão marcada pela baixa visibilidade, pouca aderência e chuva, Norris registrou 1min27s470 e garantiu o primeiro lugar antes do agravamento das condições climáticas. O britânico conquistou sua terceira pole position consecutiva no circuito de Interlagos e a quarta da McLaren na temporada de 2026.
O piloto destacou a confiança no carro e a necessidade de manter a precisão durante as voltas decisivas: “Minha volta foi muito limpa e, no final, é isso que você quer”; afirmou Norris, que também ressaltou a dificuldade de encontrar o equilíbrio entre velocidade e controle em uma pista molhada. “Foi uma sessão de qualificação muito complicada, com as condições mudando o tempo todo. A prioridade era manter a calma, entender como os pneus e o carro estavam aquecendo e evitar erros”, explicou o britânico.
Apesar do resultado positivo, Norris reconheceu que a McLaren ainda apresenta desvantagem em relação à Mercedes em condições de pista seca. Por isso, a previsão de chuva para a corrida de domingo, que terá 71 voltas, pode favorecer as chances da equipe.
“Se eu quiser vencer amanhã, precisamos de chuva. Acho que em condições de pista seca, não temos a mesma velocidade que nossos concorrentes”, declarou o piloto, que terá Kimi Antonelli como principal referência na disputa pela vitória, com o italiano largando em segundo após a punição de cinco posições aplicada a George Russell.
Do outro lado da garagem, Oscar Piastri não conseguiu repetir o desempenho do companheiro de equipe. O australiano foi eliminado no Q2 e terminou a classificação na 12ª posição, com o tempo de 1min30s369. A bandeira vermelha provocada pelo acidente de Rafael Câmara, no fim do segmento, impediu que o piloto completasse sua última tentativa de volta rápida.
As punições aplicadas a outros pilotos, no entanto, devem favorecer sua posição de largada, promovendo-o para o décimo lugar no grid.
Piastri reconheceu as dificuldades enfrentadas, especialmente no início da sessão, quando a pista apresentava pouca aderência e exigia maior cuidado com o aquecimento dos pneus intermediários: “A sessão de qualificação de hoje foi muito difícil, especialmente no início, quando a pista estava incrivelmente escorregadia. Ficou um pouco mais fácil no final, mas a escolha dos pneus seria sempre complicada porque eu estava muito à frente e havia sempre o risco de uma bandeira vermelha antecipada mudar as coisas”, avaliou.
O australiano também destacou que o carro apresentou comportamento satisfatório nas condições de chuva, embora a equipe tenha demonstrado maior competitividade nos treinos em pista seca:“Se estiver seco, parecemos fortes; se estiver molhado, ainda estamos bem, mas precisaremos trabalhar duro durante a noite e na corrida para ganhar posições”.
O chefe de equipe, Andrea Stella, celebrou a pole position de Norris e destacou o trabalho coletivo da McLaren durante uma classificação marcada pelas rápidas mudanças climáticas. A dirigente também lamentou o resultado de Piastri, ressaltando o impacto da bandeira vermelha em sua tentativa de avançar na sessão.
Stella também comentou o pacote de atualizações levado pela equipe para o Grande Prêmio de São Paulo. Segundo ele, os componentes introduzidos apresentaram os ganhos de desempenho esperados durante os treinos livres, embora ainda não sejam suficientes para colocar a McLaren como a equipe mais rápida do grid.
Para a corrida, o chefe da McLaren prevê um cenário imprevisível, considerando a combinação de condições climáticas instáveis, punições no grid e diferenças de desempenho entre as equipes. A prioridade será evitar erros e aproveitar as oportunidades ao longo das 71 voltas.
Mercedes perde pole por erro estratégico, mas garante Antonelli na primeira fila em Interlagos
A Mercedes demonstrou bom desempenho durante a classificação em Interlagos, mas viu a oportunidade de conquistar a pole position escapar no Q3. George Russell, que vinha disputando as primeiras posições ao longo da sessão, terminou em segundo lugar, com 1min27s674. Entretanto, após a aplicação de uma punição de cinco posições no grid, largará em sétimo. Kimi Antonelli, por sua vez, registrou o terceiro melhor tempo, com 1min28s095, e será promovido à segunda posição.
Russell atribuiu a perda da pole a um erro coletivo de estratégia da equipe. Com Alex Albon à frente, a Mercedes orientou o britânico a abortar sua segunda tentativa para evitar perder tempo no tráfego. A decisão coincidiu com a intensificação da chuva, impedindo uma nova volta rápida: “A pole position estava ao nosso alcance. Foi apenas um erro de julgamento coletivo da nossa equipe abortar minha segunda volta”, lamentou o piloto britânico.
Antonelli também enfrentou dificuldades para encontrar aderência na pista molhada. Em sua primeira classificação sob chuva na Fórmula 1, o italiano reconheceu ter cometido dois erros importantes no Q3, mas destacou a boa posição de largada e a possibilidade de disputar a vitória: “A pista estava muito escorregadia, mas acho que no Q3 estava ainda pior. Cometi dois erros graves durante a volta e isso nos custou a chance de uma posição melhor”.
O chefe da Mercedes, Toto Wolff, reconheceu que Russell tinha ritmo para conquistar a pole e classificou a decisão estratégica como difícil diante das condições instáveis. Apesar da frustração, destacou o desempenho dos dois pilotos e a oportunidade de avançar na disputa pelo Campeonato de Construtores.
Ferrari aposta em recuperação após punições no grid e problemas no carro de Hamilton
A Ferrari enfrentou uma classificação marcada por penalidades e dificuldades técnicas em Interlagos. Charles Leclerc terminou na quarta posição, com 1min28s289, mas largará em 14º após uma punição de dez posições pela troca do motor a combustão interna. Lewis Hamilton, que também recebeu a mesma penalidade inicialmente, precisou substituir novamente componentes da unidade de potência após problemas no terceiro treino livre e partirá do fundo do grid, na 20ª posição.
Apesar das dificuldades, a equipe demonstrou competitividade na pista molhada. Hamilton participou da classificação para avaliar o funcionamento do carro após os reparos, mas não conseguiu completar sua última tentativa no Q2 devido às bandeiras vermelhas: “Foi muito divertido lá fora. É sempre divertido na chuva. É muito, muito complicado, mas eu me diverti bastante, mesmo nas poucas voltas que conseguimos dar”; afirmou o britânico.
Leclerc também destacou o aprendizado proporcionado pela sessão e mantém expectativas de recuperação na corrida: “Largando da 14ª posição, faremos de tudo para abrir caminho até aqui”; declarou o monegasco, que espera que a previsão de chuva favoreça suas chances de alcançar o pódio.
O chefe da equipe, Fred Vasseur, explicou que a Ferrari optou por cumprir as penalidades em Interlagos considerando as possibilidades de ultrapassagem no circuito e a previsão de condições climáticas instáveis. Para a corrida, a estratégia será aproveitar as oportunidades e buscar posições no grid. Segundo o dirigente, “é possível ganhar muitas posições aqui, largando de trás”.
Hadjar larga em P5, enquanto Verstappen parte do fundo do Grid
A Red Bull teve uma classificação de estratégias distintas em Interlagos. Max Verstappen, que recebeu punições após a substituição de componentes da unidade de potência, participou apenas do Q1 e optou por não retornar à pista, preservando os pneus de chuva para a corrida. O holandês não registrou tempo no Q2 e largará do fundo do grid.
Isack Hadjar, por outro lado, avançou até o Q3 e terminou a sessão na sétima posição, sendo promovido ao quinto lugar após as penalidades aplicadas a outros pilotos. Apesar do resultado, o francês lamentou as condições encontradas em sua última tentativa, quando a chuva se intensificou e comprometeu a aderência: “Parece uma oportunidade perdida, porque o ritmo estava lá, mas o carro ainda é competitivo e o P5 nos dá uma posição de largada sólida para amanhã”; avaliou.
Verstappen explicou que a decisão de preservar os pneus foi tomada diante da punição no grid e do acúmulo de água na pista: “Não havia motivo para correr riscos desnecessários”. Mesmo partindo de trás, o piloto pretende avançar no pelotão e conquistar o máximo de pontos possível.
O chefe da equipe, Laurent Mekies, destacou a evolução apresentada por Verstappen durante o terceiro treino livre e reconheceu que Hadjar poderia ter alcançado uma posição melhor. Para a corrida, a Red Bull aposta nas condições imprevisíveis de Interlagos para buscar oportunidades de recuperação com seus dois pilotos.
Audi conquista seu melhor resultado na classificação, enquanto Bortoleto abandona no Q1
A Audi teve resultados distintos na classificação em Interlagos. Nico Hülkenberg foi um dos destaques da sessão na chuva, garantindo o sexto lugar, que se transforma na quarta posição no grid após as punições aplicadas a outros pilotos. O resultado representa a melhor classificação da equipe na temporada e uma recuperação importante para o alemão, que não conseguiu participar dos treinos de sexta-feira devido a problemas técnicos.
Confiante nas condições de pista molhada, Hülkenberg destacou a importância de manter o carro na pista e aproveitou sua experiência em Interlagos para completar boas voltas: “Estou muito feliz depois de ontem, uma boa recuperação e acho que a chuva também ajudou um pouco a compensar a falta de treinos de ontem”, comentou o piloto.
Já Gabriel Bortoleto teve sua classificação encerrada ainda no Q1. O brasileiro perdeu o controle do carro na curva 12, deslizou pela grama molhada e atingiu as barreiras, danificando a asa traseira. Apesar de conseguir retornar aos boxes, os danos impediram seu retorno à pista, deixando-o na 22ª posição. “Foi difícil. Cometi um erro, estava no início da qualificação, travei as rodas um pouco, fui direto para a grama e não consegui parar o carro a tempo antes de bater no muro”, explicou o brasileiro.
O diretor de corridas da Audi, Allan McNish, lamentou o acidente de Bortoleto, mas demonstrou confiança em sua recuperação para domingo. Também elogiou o desempenho de Hülkenberg, destacando a atuação do alemão em condições adversas. Com o piloto na segunda fila, a equipe espera aproveitar as oportunidades de uma corrida que promete ser desafiadora sob possibilidade de chuva.
Haas coloca Bearman em sexto e Camara larga em 11º em estreia na F1
A Haas teve uma classificação movimentada em Interlagos, com Oliver Bearman avançando ao Q3 e garantindo a oitava posição, posteriormente promovido ao sexto lugar após as punições no grid. Rafael Câmara, em sua primeira classificação na Fórmula 1 e diante da torcida brasileira, enfrentou dificuldades com a pista molhada, mas conseguiu avançar ao Q2 antes de sofrer um acidente que provocou a bandeira vermelha. O brasileiro terminou em 13º e largará em 11º.
Bearman destacou a evolução da equipe em relação à última experiência em condições semelhantes e reconheceu dificuldades para encontrar a temperatura ideal dos pneus no Q3: “Estou feliz com o trabalho que fizemos, ainda dá para melhorar um pouco, mas tudo bem, pois vamos melhorar amanhã”; afirmou o britânico.
Câmara, por sua vez, teve uma sessão marcada por dois acidentes. Apesar dos incidentes, o brasileiro conseguiu avançar no Q1 e demonstrou velocidade no segmento seguinte. Após a classificação, reconheceu os erros e afirmou que pretende priorizar uma corrida sem incidentes: “De certa forma, estou um pouco decepcionado com os erros, pois sei que não é isso que a equipe quer, mas no geral acho que foi uma sessão positiva”; declarou.
O chefe da equipe, Ayao Komatsu, elogiou o desempenho de Bearman e destacou a velocidade demonstrada por Câmara, especialmente considerando as condições extremas e sua pouca experiência na categoria. Para a corrida, o dirigente acredita que os dois pilotos podem trabalhar bem juntos e aproveitar as oportunidades para conquistar pontos.
Aston Martin leva Alonso ao Q3 pela primeira vez na temporada e aposta na chuva
A Aston Martin teve um resultado positivo na classificação em Interlagos, com Fernando Alonso alcançando o Q3 pela primeira vez na temporada de 2026. O espanhol terminou em nono lugar, com 1min30s311, mas largará em oitavo após a punição aplicada a Charles Leclerc. Lance Stroll, por outro lado, foi eliminado ainda no Q1 e terminou na 19ª posição.
A estratégia de Alonso foi determinante para o avanço na sessão. O espanhol foi o primeiro piloto a trocar os pneus de chuva extrema pelos intermediários no Q2, decisão que permitiu sua classificação entre os dez primeiros. No entanto, a intensificação da chuva no Q3 dificultou o aquecimento dos pneus e impediu uma posição melhor.
“Assumimos alguns riscos na qualificação de hoje e garantimos nossa primeira classificação para o Q3 da temporada, então obviamente estou satisfeito com isso”; afirmou o espanhol, que destacou a possibilidade de aproveitar as condições climáticas para buscar pontos na corrida.
Stroll também demonstrou satisfação com o comportamento do carro na chuva, apesar da eliminação precoce. O canadense espera que a previsão de mais chuva para domingo ofereça oportunidades de recuperação.
O diretor de operações de pista, Mike Krack, ressaltou a importância da escolha dos pneus para o resultado de Alonso, confirmando que a equipe estará preparada para aproveitar as oportunidades durante a corrida. O espanhol, entretanto, ponderou que, em condições de pista seca, a Aston Martin ainda enfrenta dificuldades para acompanhar os concorrentes.
Lawson coloca Racing Bulls na terceira posição do grid, enquanto Lindblad abandona no Q2
Liam Lawson conquistou o quinto lugar na classificação, com 1:28.321, e foi beneficiado pelas punições aplicadas subindo para a terceira posição do grid. O neozelandês destacou o bom desempenho do carro na chuva, embora tenha perdido a oportunidade de melhorar seu tempo na última tentativa do Q3 após encontrar Fernando Alonso na pista.
“Foi um dia muito bom para nós. Tive um carro muito competitivo durante toda a classificação”, afirmou Lawson, que também reconheceu que a equipe pode ter boas oportunidades caso a corrida de domingo seja disputada sob chuva. O resultado ganha ainda mais relevância em meio à indefinição sobre sua permanência na equipe para 2027.
Do outro lado da garagem, Arvid Lindblad teve a sessão interrompida por um problema na unidade de potência durante o Q2. O britânico terminou em 14º, com 1:31.687, e largará em 12º após as penalidades. O piloto lamentou o abandono, mas ressaltou o ritmo apresentado antes da falha. O diretor técnico Tim Goss também avaliou que Lindblad tinha condições de avançar ao Q3 e destacou a competitividade do conjunto da equipe.
Albon no Q3 pela primeira vez na temporada, enquanto Sainz termina em 15º
A Williams teve um resultado positivo na classificação em Interlagos, com Alex Albon chegando ao Q3 pela primeira vez na temporada. O tailandês terminou em décimo, com 1:30.456, e largará em nono após as penalidades aplicadas a outros pilotos. Albon destacou a competitividade do carro na chuva e espera aproveitar as condições para buscar pontos no domingo.
“Foi uma sessão difícil no geral, mas conseguimos extrair o máximo dela”, avaliou o piloto, que também ressaltou o trabalho da equipe na preparação dos pneus e na escolha dos compostos. O chefe da Williams, James Vowles, elogiou especialmente a volta de Albon no Q2, quando precisou lidar com condições bastante desafiadoras.
Carlos Sainz, por sua vez, terminou em 15º, com 1:31.785. O espanhol saiu da pista na curva 12 tanto no Q1 quanto no Q2 e foi prejudicado pela bandeira vermelha, acionada após o acidente de Rafael Câmara, quando tentava registrar uma volta com pneus intermediários. Apesar da frustração, Sainz afirmou que o carro estava competitivo e acredita em uma oportunidade de recuperação caso a chuva persista na corrida.
Alpine tem os dois carros eliminados ainda no Q1
Pierre Gasly terminou em 18º, com 1:33.449, enquanto Franco Colapinto ficou em 17º, com 1:33.327. Apesar das expectativas de um desempenho melhor na chuva, os dois pilotos enfrentaram dificuldades de aderência e falta de ritmo, sendo eliminados ainda no Q1. Com as penalidades de outros competidores, porém, ambos herdam posições no grid.
Gasly lamentou o resultado, especialmente por já ter demonstrado bom desempenho em pista molhada no passado: “Simplesmente faltou ritmo durante toda a sessão, o que, para mim, é muito estranho”; afirmou. Colapinto também destacou a falta de aderência e espera que a equipe consiga encontrar mais desempenho com os pneus intermediários caso a chuva persista no domingo.
O diretor-geral, Steve Nielsen, classificou o resultado como muito decepcionante e afirmou que a equipe precisa entender por que foi tão lenta em relação aos concorrentes. Segundo ele, a Alpine tinha uma boa posição na pista e optou por sair nos momentos finais da sessão, quando as condições deveriam estar melhores. A equipe agora busca soluções para tentar recuperar terreno na corrida.
Cadillac não consegue avançar ao Q2 e termina classificação nas últimas posições
A Cadillac encerrou a classificação para o GP de São Paulo sem conseguir levar nenhum dos carros ao Q2. Valtteri Bottas foi o melhor colocado da equipe, em 20º, com 1:33.774, enquanto Sergio Pérez terminou em 21º, com 1:34.509. O mexicano ainda terá de cumprir uma punição e largará do fundo do grid após a substituição de componentes da unidade de potência.
As condições de pista molhada dificultaram o trabalho dos pilotos. Bottas relatou que as primeiras voltas foram de sobrevivência, mas conseguiu manter o carro na pista e chegou a apresentar ritmo competitivo. No fim da sessão, porém, o superaquecimento dos pneus traseiros prejudicou seu desempenho. Pérez, por sua vez, lamentou não ter conseguido aquecer os pneus o suficiente para sua última tentativa.
O diretor da equipe, Marcin Budkowski, destacou o trabalho dos mecânicos e do pitwall diante das mudanças nas condições climáticas, mas reconheceu que a Cadillac não conseguiu reunir os elementos necessários para avançar. A equipe agora se prepara para uma corrida que também pode ser marcada pela chuva, na expectativa de aproveitar eventuais oportunidades.
