Fórmula E
Associação PiPA recebe novo aporte de R$ 150 mil da Fórmula E para impulsionar educação na periferia
Enquanto os carros aceleram no Sambódromo do Anhembi, a Fórmula E garante que seu impacto em São Paulo dure muito mais do que apenas um fim de semana de corrida. Pelo segundo ano consecutivo, a organização anunciou a Associação PiPA como a primeira beneficiária do Better Futures Fund da 12ª temporada, destinando uma doação de € 25.000 (equivalente a mais de R$ 150.000) para a instituição.
A escolha renova o compromisso da categoria com comunidades locais em situação de alta vulnerabilidade. A PiPA, que atua nas regiões do Jardim Peri e Brasilândia, utilizará o recurso para lançar o programa Educa ViVA. O foco da iniciativa é claro e urgente: promover alfabetização, reforço em matemática e inclusão digital para crianças de 7 a 14 anos.
Impacto direto e estrutura
O investimento não é apenas simbólico; ele viabiliza a operação do dia a dia. Além de beneficiar diretamente 30 crianças e impactar mais de 100 familiares, o valor financiará 160 horas mensais de suporte para atividades essenciais da ONG, como voluntariado, captação de recursos e comunicação.
Daniel Mariano de Almeida, Diretor Social da Associação PiPA, destacou como esse suporte rompe barreiras sistêmicas. “O apoio do Better Futures Fund está transformando o que é possível para crianças e famílias… Esses recursos nos permitem oferecer espaços seguros onde os jovens possam crescer com confiança”, afirmou.
Pertencimento e Inovação
Para a Fórmula E, a parceria vai além do cheque. Julia Pallé, vice-presidente de Sustentabilidade da categoria, reforçou o aspecto psicológico da iniciativa. “A semana da corrida continua sendo um momento poderoso para a nossa comunidade. Ver as crianças sendo recebidas na pista e interagindo com a Fórmula E mostra a elas que pertencem a espaços de inovação e possibilidade”, disse a executiva.
Este aporte marca o início das ações sociais da 12ª temporada. Nas duas últimas temporadas, o fundo já doou mais de € 350.000 para causas sociais nas cidades que recebem o mundial, consolidando a estratégia de deixar um legado positivo e duradouro por onde o circo elétrico passa.
