WEC
AF Corse destaca importância do gerenciamento de pneus nas 6 Horas de São Paulo
Terceiro treino livre das 6 Horas de São Paulo teve o protótipo 499P #83 na oitava posição da tabela de classificação
O final de semana das 6 Horas de São Paulo tem sido complicado para a AF Corse e a Ferrari 499P #83, guiada por Robert Kubica, Philip Hanson e Yifei Ye. Nos treinos de sexta-feira (11), terminaram em décimo sexto e décimo segundo lugar, respectivamente.
Na manhã deste sábado (12), houve uma leve melhora na performance do protótipo italiano, que encerrou o terceiro treino livre na oitava posição com o tempo de 1:24.444, pouco mais de sete décimos de desvantagem em relação ao Toyota #8 de Brendon Hartley e Ryo Hirakawa.
Em entrevista ao Vai Que Tô Te Vendo, Hanson e Ye destacaram os principais desafios para as 6 Horas de São Paulo.
Philip Hanson
“O traçado curto e o alto nível de desgaste dos pneus mudam bastante a dinâmica da corrida, especialmente em relação às disputas com os GTs. É até empolgante: você começa com algumas voltas com pista livre, e de repente se vê no meio de 20 carros GT. Você está brigando com outros hipercarros e, ao mesmo tempo, precisa atravessar esse tráfego — é estressante se algo dá errado, mas pode render muito se você acertar o momento certo.
Aqui, como as voltas são curtas, você alcança os carros mais lentos com mais frequência. E, devido ao traçado e ao asfalto, a diferença de ritmo entre os hipercarros e os GTs é menor — o que torna as ultrapassagens mais difíceis e exige mais precisão.”
Yifei Ye
“São Paulo é uma pista que não tem muitas retas, em todas elas você está de alguma forma virando, então é sempre difícil para os pneus. Mas, de novo, é o mesmo para todos, então precisamos ser melhores no gerenciamento do equipamento. Esse é o nosso foco no fim de semana.”
