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Fórmula E

Desafio extra no México: Brasileiros e veteranos encaram punições no grid de largada da Fórmula E

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Foto: Beto Issa/LAT Images

A abertura da 12ª temporada em São Paulo entregou disputas intensas e muita emoção aos fãs, mas as consequências daquela corrida inaugural ainda ecoam pelo paddock. Neste sábado, dia 10 de janeiro, o Autódromo Hermanos Rodríguez será o palco da etapa da Cidade do México, e quatro pilotos já sabem que terão uma montanha íngreme para escalar antes mesmo de as luzes de largada se apagarem. Entre eles, os dois representantes do Brasil precisarão focar em corridas de recuperação.

O peso das disputas para os brasileiros

A direção de prova foi implacável com as infrações cometidas no calor do momento paulistano. O campeão Lucas di Grassi sofreu uma queda de cinco posições no grid mexicano. O veterano foi punido por causar uma colisão com Edoardo Mortara entre as curvas 5 e 6, espremendo o adversário contra o muro e forçando o abandono do carro 48. O incidente também rendeu dois pontos na carteira do piloto.

Já Felipe Drugovich terá que pagar uma punição de três posições. O jovem talento brasileiro ultrapassou Pascal Wehrlein e Nick Cassidy durante o acionamento da bandeira amarela em todo o circuito. Como a punição original de tempo não pôde ser cumprida na pista brasileira, ela foi convertida em perda de posições para esta corrida.

Segurança em foco e o tropeço do bicampeão

A situação mais severa envolve Pepe Martí. O piloto foi relegado ao fundo do grid por um incidente considerado um cenário crítico em termos de segurança. Durante a contagem regressiva para a bandeira amarela, Antonio Felix da Costa e Nico Müller reduziram a velocidade corretamente para evitar problemas. Martí, no entanto, chegou rápido demais e não conseguiu evitar o impacto, gerando uma punição dura dos comissários e quatro pontos na carteira.

Fechando a lista de penalizados está o experiente Jean Eric Vergne. O francês também perde três posições no grid após exceder o limite de velocidade permitido sob regime de bandeira amarela. É um reflexo claro de como cada detalhe técnico e cada quilômetro por hora a mais podem custar caro na categoria elétrica mais competitiva do mundo.

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