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Fórmula 1

Carômetro da F1: Alex Albon

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Foto: Williams

O piloto britânico/tailandês, filho do ex-piloto Nigel Albon, Alex Albon começou no kart aos oito anos de idade. Ele tem múltiplos títulos britânicos e europeus, incluindo a Copa do Mundo FIA de Kart na categoria KF3 em 2010 e o Campeonato Europeu da FIA de KF3, no mesmo ano.

A carreira nos monopostos começou em 2012, quando ele fez a transição para a Fórmula Renault 2.0, categoria na qual ficou três anos e representou duas equipes diferentes. Com a KTR, Albon conquistou seu melhor resultado, um terceiro lugar na Eurocopa.

A evolução nos monopostos

Em 2015 veio a mudança para a Fórmula 3, onde foi o sétimo colocado no Campeonato Europeu da FIA. No ano seguinte um novo desafio, a GP3 Series com a ART Grand Prix. Alex foi vice-campeão. No mesmo ano ele defendeu a Hitech GP no Masters of Fórmula 3.

E em 2017 mais uma nova categoria, a Fórmula 2. Ele ficou dois anos na categoria, no primeiro representou a ART Grand Prix, e no segundo defendeu a DAMS. Com a equipe francesa ele ficou em terceiro lugar no campeonato da FIA, perdendo apenas para George Russell e Lando Norris.

Ascensão rápida na F1

O bom desempenho na F2 o levou direto para a vaga na Scuderia Toro Rosso na Fórmula 1, em 2019. Mas, com um desempenho que impressionou os chefões da Red Bull, Alex foi promovido à equipe principal com apenas 12 corridas. A RBR estava descontente com o que Pierre Galsy estava apresentando, ou melhor deixando de apresentar, e resolver colocar Albon ao lado de Max Verstappen.

Nas nove corridas que disputou com a RBR ainda 2019, Alex ficou fora da zona de pontuação apenas uma vez. O que garantiu a ele mais um ano com a equipe.

E foi em 2020 que ele entrou para a história da F1 a ser o primeiro piloto correndo com a bandeira tailandesa a chegar ao pódio. E foram dois naquele ano. O primeiro no GP da Toscana, em terceiro, e depois no GP do Bahrein, também em terceiro.

De titular a reserva

Porém, ao final da temporada a RBR optou por não renovar com Albon e trazer Sergio Pérez. Alex foi mantido como piloto reserva na Red Bull, enquanto também competia na DTM em 2021.

Assim como na F1, na nova categoria ele continuou provando ser habilidoso, conseguindo uma vitória e mais quatro pódios. Ele terminou o ano em sexto lugar, mas antes mesmo do final temporada, já tinha retorno garantido à F1. Em setembro de 2021 foi confirmado pela Williams para 2022.

Uma nova chance

Entretanto, a temporada de 22 se provou difícil com um carro menos competitivo e Albon pontuou em apenas três corridas. Porém foi o suficiente para impressionar a equipe, que em agosto renovou seu contrato para múltiplos anos.

Para a temporada de 2023, Albon teve um novo companheiro, o rookie Logan Sargeant. Mas, assim como 2022, não foi um grande ano e o tailandês pontuou em apenas sete etapas. Porém, foi o suficiente para a equipe ficar em sétimo no campeonato.

No ano seguinte, Alex e Logan começaram a temporada juntos, mas não terminaram. O estadunidense foi substituído por Franco Colapinto, após 12 corridas. Semelhante às temporadas passadas, o carro não era competitivo e Albon conquistou somente 12 pontos e foi o 16º no campeonato.

Entretanto, a equipe tinha o objetivo de buscar mais em 2025, e Albon ganhou um novo companheiro. Dessa vez, Albon correria ao lado do experiente Carlos Sainz, que foi substituído por Lewis Hamilton na Ferrari.

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